

Fernando Andrette
fernando@avmag.com.br
Se o pré de linha é considerado o ‘cérebro’ do sistema de áudio, diria que o pré de phono representa os ‘neurotransmissores’ deste cérebro.
Pois não existe na cadeia de áudio situação mais crítica e delicada do que pegar um sinal com milivolts, numerosos milhares de vezes menores que o ideal, e transformá-lo em um sinal audível, sustentável e admirável!
Para que esse ‘milagre sonoro’ ocorra, o pré de phono necessita amplificar muitas vezes este tênue sinal – na ordem de até 10 mil vezes!
Deu para sentir o drama, digníssimo leitor?
O problema é que junto com o sinal amplificado, vem junto todos os ruídos inerentes ao toca-discos, além de todo tipo de interferência eletromagnética e de rádio frequência (RF).
Se não bastasse todo esse ‘pacote ‘quase intransponível de obstáculos, um pré de phono de alto nível precisa ter um arsenal de possibilidades no ajuste para as múltiplas opções de cápsulas existentes no mercado.
Sejam elas MM ou MC.
Sendo notório que, sem o casamento perfeito de impedâncias, o sinal transmitido pode resultar em uma enorme decepção para o audiófilo e o melômano que insiste em manter sua coleção de LPs audíveis.
Para os que são tarados por números, darei um breve exemplo: para existir um perfeito casamento de impedâncias é essencial otimizar a transmissão de energia entre um gerador e um receptor (no caso específico a cápsula e o pré de phono), e estamos falando de um sinal elétrico que se inicia em 35μV derivados de movimentos da ordem de 10μm de ínfimas bobinas móveis (no caso de uma cápsula MC), com um número de espiras tão baixo como 3, produzindo correntes da ordem de 7μA. Possibilitando um vasto número de opções, sendo fundamental que esses valores sejam alcançados em sua plenitude.
Na teoria, toda essa ‘plenitude sonora’ precisa ser realizada com o menor índice possível de interferência espúria, como comentei alguns parágrafos acima.
Os melhores projetistas de prés de phono Hi-End têm a seu dispor dois caminhos em termos de fontes de alimentação, para buscar o silêncio tão desejado na reprodução de sinais tão minúsculos.
São elas: fontes lineares e fontes chaveadas.
As fontes lineares convertem diretamente a tensão AC recebida através de transformadores para as diversas tensões DC necessárias ao equipamento.
Em função da sujeira nas redes elétricas, isso acaba impactando no sinal – principalmente no do phono – sendo, portanto, uma das escolhas de muitos projetistas, pois é uma topologia que garante menor ruído.
Já as fontes chaveadas transformam, através de mecanismos de comutação em altas tensões, a tensão AC fornecida em um novo ‘AC’ de frequência muito maior (dezenas ou centenas de quilohertz), o que garante transformadores, capacitores e circuitos muito menores. É o padrão onde a miniaturização é possível e onde existe a demanda de baixíssimo custo.
O problema é que as fontes chaveadas mais simples tendem a ser mais ruidosas, não só na forma de flutuações (ripple) e nas tensões DC geradas, mas também pela emissão de interferências eletromagnéticas e RF, tão indesejadas ao phono.
Ou seja, meu amigo, não existe milagre sonoro se tivermos que baixar custos para tornar o produto competitivo no mercado.
E prés de phono hi-end, sejam com fonte linear ou fonte chaveada, terão gastos adicionais para poder garantir sua performance.
O Audiopax Reference Phono escolheu o caminho de fontes lineares, sendo na verdade cinco fontes independentes: duas para cada canal de áudio e uma para o circuito de controle e proteção.
Todas as fontes dedicadas para o áudio possuem 3 níveis de regulação e são capazes de rejeitar até 195 dB de ripple.
Elas também foram projetadas para eliminar uma extensa faixa de harmônicos indesejáveis, e para neutralizar o ruído térmico gerado pelos próprios componentes eletrônicos.
Nas placas de áudio, e a poucos centímetros de distância de cada circuito, são utilizados adicionalmente 8 multiplicadores de capacitância nos pontos de chegada das tensões DC, e somando os valores previstos para os circuitos integrados utilizados, chega-se a 295 dB de rejeição de ripple.
O transformador está posicionado diametralmente do lado oposto às entradas de áudio, para o menor ruído induzido, e possui 3 camadas independentes de isolamento eletrostático e de EMI/RF, além de um mecanismo de controle de vibrações.
Outra escolha que todo projetista de prés de phono necessita definir, é como se dará o ajuste das cápsulas escolhidas pelo cliente.
A Audiopax optou por não utilizar relés de comutação, e sim utilizar microchaves mecânicas com contatos de ouro, o que garante distorção zero. Relés são utilizados apenas para operações que ocorram já em nível de saída de linha, como a seleção de curvas de equalização ou no uso do filtro subsônico.
Outra questão que certamente pesa (além da performance obviamente) no momento da escolha do phono, será a flexibilidade de ajustes.
E neste caso, o Audiopax Reference Phono disponibiliza um número impressionante de opções para adequá-los a qualquer tipo de cápsula MC existente atualmente no mercado.
São 60 opções de resistência, e 16 de capacitância – o que totaliza uma gama de 960 opções de impedância para MC.
Para MM no total existem 360 opções de impedância, pois para a Audiopax o perfeito casamento de impedância otimizada foi levado ao extremo.
Ele também oferece uma extensa gama de opções de ajuste de ganho, sendo 30 para MC (de 49 dB a 80 dB), e 8 para MM.
Para o terra são 12 opções de ligação, garantindo o mínimo de ruído em qualquer cenário de instalação do sistema analógico.
Isso além do recurso no painel da seleção de curvas de equalização (cobrindo Deutsche Grammophon/Teldec, London/Decca e Columbia), e disponibilizar no painel uma saída mono – para reprodução de discos mono com cápsulas estéreo.
E, por fim, não poderia deixar de falar do esmero nos circuitos de áudio deste pré de phono.
A Audiopax optou por entradas simétricas e não balanceadas, cujo caminho do sinal é o mais curto possível e com o uso de circuitos integrados de aplicação militar extremamente velozes e de baixíssima distorção e ruído.
Segundo o fabricante, eles precisaram de autorização especial para o uso do ‘Cis’ (que ainda não foi utilizado por nenhuma outra empresa de áudio).
Para atingir o nível de performance desejado, principalmente em relação a dinâmica da música, há o cuidado em disponibilizar a opção de capacitância para cápsulas MC, para pequenas alterações na curva de resposta de frequência das cápsulas, permitindo um maior ajuste fino com o sistema, e para o gosto pessoal do ouvinte.
O Audiopax Reference Phono escolheu um estágio de equalização passiva para as altas frequências e um estágio ativo para as baixas frequências. Com isso buscando manter total fidelidade no sinal gerado.
Seu filtro subsônico, que possibilita resolver problemas de ressonâncias eventualmente presentes em alguns conjuntos de braço/cápsula, é retirado completamente do circuito quando desligado, garantindo zero de interferência na reprodução.
Para o ajuste fino, o usuário necessitará tirar uma tampa na parte de cima do aparelho e com uma chave que o fabricante disponibiliza, e fazer o ajuste de impedância e capacitância para o seu setup analógico.
Tudo extremamente bem apresentado em seu manual.
No painel frontal temos 4 botões: Power, Equalização, Subsonic e Muting.
E no painel traseiro: tomada IEC do lado direito, e as entradas RCA e XLR para MM e MC, entrada Mono, chave para seleção da saída XLR ou RCA, e os terminais de saída.
Achei que a escolha do novo gabinete em um tom cinza escuro foi imensamente feliz, e deu um ar de contemporaneidade sem no entanto perder a identidade Audiopax.
Para o teste utilizamos nosso Sistema de Referência (Nagras e toca-discos Zavfino ZV11X (clique aqui), com cápsula Aidas Malachite Silver (clique aqui).
Os cabos de sinal foram Zavfino Midas (teste no primeiro trimestre de 2026), Dynamique Audio Apex 2 XLR (teste no primeiro trimestre de 2026) e Zavfino Silver Dart (clique aqui) RCA.
Também utilizamos um segundo toca-discos, o Reloop Turn X (clique aqui) com cápsula 2M Blue da Ortofon, para avaliação do Audiopax com cápsula MM.
O Reference Phono (vou abreviar daqui até o final do teste), felizmente veio integralmente amaciado, possibilitando fazer a instalação no lugar do meu phono Soulnote E-2, e já sair tirando uma primeira opinião.
Para os que têm dificuldade em fazer o ajuste fino da impedância e capacitância, sugiro que peça uma ajuda para a Audiopax, pois eles poderão pesquisar e já lhes passar as opções mais adequadas para sua cápsula, o que irá facilitar bastante.
Já para os audiófilos que adoram extrair o sumo do sumo de seus setups, o cardápio de opções de ajuste é tão farto que garanto que será uma diversão fazer e descobrir o ajuste perfeito para sua cápsula e seu gosto pessoal.
Vamos ao que interessa!
Não sei o quanto evoluiu o Reference Phono do que ouvi na sala da Audiopax para o modelo final. O que sei é que as mesmas características que haviam me encantado no último Workshop foram imediatamente detectadas nas primeiras impressões.
Um silêncio de fundo arrebatador – com a música literalmente ‘brotando’ daquele fundo negro. Quando o analógico parte deste nível, seu cérebro imediatamente fica em alerta, pois reconhece o que virá. Mesmo gravações com meio século de uso, mostraram um silêncio de fundo impressionante.
Até comentei com o Silvio, Flávio e o Maltese, que estavam presentes, como este silêncio é crucial para que prestemos atenção sem exigir do ouvinte maior concentração.
A música se apresenta de forma plena, presente e impactante nos crescendos, com folga e autoridade.
Tanto que os três perceberam que, à medida que fomos trocando os discos, fui deixando o ajuste de cada gravação com o seu volume máximo correto, e que poucas vezes utilizo em nossa Sala de Referência, pois realmente não tenho o hábito de ouvir em picos acima de 86 dB – e desta vez algumas gravações bateram os 98 dB, fácil!
Seu equilíbrio tonal é exuberante! Graves com enorme energia, deslocamento de ar, corpo e autoridade. Médios de um realismo e naturalidade comoventes. E agudos com uma faixa de extensão plena e uniforme.
Se tem algo que difere em muito ainda o analógico do digital é a apresentação do corpo dos pratos de condução, pois além de um decaimento muito suave, soam e preenchem a sala como se tivéssemos ali na sala de gravação.
Essa observação ocorreu quando me sentei para ouvir o LP Spectrum do baterista Billy Cobham, um LP que tenho desde 1973, e já passou por todos os meus setups analógicos, e uso justamente para avaliar a extensão nos agudos, decaimento e corpo.
É uma gravação muito bem-feita com pouca compressão e equalização.
Mas neste LP também fiquei admirado com a qualidade dos transientes nos solos de bateria, e o deslocamento de ar dos bumbos.
O palco sonoro do Reference Phono é simplesmente referencial! Ouvindo o LP da Reference Recordings – Sinfonia Fantástica – de Berlioz, com regência do maestro Varujan Kojian e a Filarmônica de Utah, os planos são magníficos, com o naipe de violinos metros para fora do canal esquerdo, contrabaixos idem no canal direito, e metais mais de 4m atrás do canal esquerdo. Com naipe de madeiras e percussão entre as caixas, também para além da parede do fundo da sala.
Tudo com um foco, recorte e arejamento cirúrgico.
Como não se encantar com uma apresentação tão contagiante? É a pergunta que sempre me faço aos ‘objetivistas ortodoxos’, que ousam afirmar que analógico sequer poderia hoje ser chamado de hi-end!
O que os impede de ouvir tamanha beleza e não rever seus conceitos?
Se alguém souber, por favor me diga!
Resumo: o soundstage do Reference Phono da Audiopax é impressionante!
Chegar ao quesito Textura, com este grau de coerência e refinamento dos dois quesitos anteriores, é covardia. Ou melhor: avaliar texturas em um setup bem ajustado analógico já é um problema para qualquer setup digital, imagina neste nível de padrão?
Uma gravação que utilizo bastante para avaliar a complexidade de texturas é o LP da Telarc – Quarta Sinfonia de Tchaikovsky – com regência de Lorin Maazel com a Orquestra de Cleveland. Um LP que tenho desde 1979.
A captação desta gravação é tão boa quanto a da Sinfonia Fantástica de Berlioz. Se você deseja um exemplo matador para texturas, ouça essa gravação na íntegra! Você terá uma magnitude da paleta de cores de uma orquestra tocando em uníssono e em solos, e o grau de complexidade nas intenções propostas pelo compositor aos músicos.
O Reference Phono reproduziu-a de maneira impecável, transmitindo claramente das mais sutis às mais explícitas intencionalidades presentes na obra.
Para avaliação de transientes, vou citar duas gravações que também me acompanham há décadas: The Köln Concert do pianista Keith Jarrett, um LP que comprei em 1975, e Nó Caipira do Egberto Gismonti e Academia de Danças que comprei em 1978.
Se você deseja avaliar como se comporta a resposta de transientes de seu setup analógico, sugiro a faixa Frevo do Gismonti, e todo o lado A do disco 1 do Keith Jarrett.
Pois se tiver algo de errado com a resposta de transientes do seu setup analógico, a música soará apenas ‘burocrática’ e não viva, pulsante e intensa!
O analógico é simplesmente cruel com a resposta de transientes errada (começando pela eficiência na reprodução de velocidade do seu toca-discos) e passando pela qualidade do trio: cápsula/ braço e pré de phono.
O Audiopax é absolutamente preciso em sua marcação de tempo, andamento e ritmo.
Ouvir a subdivisão que o baterista faz em frevo com o bumbo e caixa, é de dar um nó no cérebro. E acompanhar sem nenhum esforço adicional, é mérito do setup analógico!
É isso que ocorre nos dois exemplos utilizados para fecharmos a nota deste quesito.
Quem conhece o disco do Keith Jarrett sabe que a variação rítmica da mão direita e esquerda neste trabalho é intensa, variando de uma pulsação mântrica, para uma variação caótica em determinados momentos.
E novamente o setup precisa estar absolutamente ‘azeitado’ para o bom desfecho.
Fiz uso também, para o fechamento de nota do quesito dinâmica (tanto a macro, quanto a micro) dos dois LPs utilizados também no quesito Textura: Berlioz e Tchaikovsky.
Eu sempre lembro aos participantes dos nossos Cursos de Percepção Auditiva, que não adianta chegar no topo da macro-dinâmica sem fôlego. Pois se isso ocorrer, o fenômeno audível pode ser: distorção ou compressão do sinal (tudo soar bidimensional em um setup hi-end) – dois problemas que nenhum audiófilo deseja para um investimento de tamanho porte em um setup analógico.
O Reference Phono apresenta a macro-dinâmica com autoridade, impetuosidade e folga! Fazendo com que qualquer passagem macro não se torne incômoda ou o tire a concentração.
Isso é o que esperamos de qualquer phono hi-end. E no entanto poucos conseguem realizar tamanha proeza sem dobrar os joelhos!
O Audiopax faz parte deste grupo de mostrar os dentes apenas quando necessário.
E a micro-dinâmica, com um este grau de silêncio de fundo, é simplesmente reveladora! Tudo que tiver sido captado e sobreviveu às fases de mixagem e masterização, será reproduzido integralmente.
Os leitores me perguntam o que utilizo para avaliação de componentes analógicos, para fechamento de corpo harmônico, já que toda boa gravação analógica já é suficientemente boa para este quesito.
Tendo essa enorme liberdade, gosto de usar gravações que na época em que foram feitas a captação não era tão exemplar como se tornou hoje. Então utilizo uma matadora, pois as adversidades para fazê-la foram inúmeras e ainda assim possui um excelente corpo harmônico.
Estou falando do famoso – Waltz For Debby – do trio do pianista Bill Evans com o virtuoso baixista Scott LaFaro e o baterista Paul Motian. Gravação ao vivo no Village Vanguard, no dia 25 de junho de 1961, pelo engenheiro Dave Jones – utilizando apenas 3 microfones! Mostrando o quanto este engenheiro entendia do riscado!
Você terá Bill Evans no canal esquerdo, LaFaro no canal direito, a bateria do Paul Motian flutuando entre o canal esquerdo e quase o meio do palco – entre as duas caixas.
O ponto alto para avaliação do corpo harmônico é o solo do LaFaro na faixa 2 – que dá nome ao álbum – Waltz for Debby. Eu já ouvi muitas reproduções absolutamente medíocres deste solo em setups analógicos caríssimos.
Inconcebível, na minha opinião, ter um analógico que, em gravações como essa, o contrabaixo soa do tamanho de uma pizza brotinho. Mas acredite, amigo leitor, é mais comum do que se imagina isso ocorrer.
No entanto, além de ser um solo espetacular em termos de criatividade, precisão e execução, o corpo do contrabaixo é muito próximo de uma apresentação ao vivo.
E é assim que o Audiopax apresenta esse exemplo! Um contrabaixo correto, que seu cérebro reconhece que soa verossímil e está ali, organicamente presente à sua frente!
E enfim chegamos justamente ao quesito Organicidade. Para esse exemplo, usei duas gravações mais contemporâneas: Absinthe do violonista Dominic Miller (2019 selo ECM) e Traveling Miles da cantora Cassandra Wilson (1999).
O motivo foi exatamente por serem gravações mais intimistas, que nos permitem ter uma ideia clara de ambiência e das técnicas de captação e escolha dos microfones utilizados.
Ambas irão nos dar a sensação que desejo: trazer os músicos à nossa frente (gravação do Dominic Miller), e nos levar ao estúdio (Cassandra Wilson).
Já disse reiteradamente que esse fenômeno só ocorre em sistemas muito bem ajustados Estado da Arte Superlativo.
E aqui pude constatar que o Audiopax é deste seleto grupo de phonos que se encontram no topo da pirâmide!
Ambos fazem com que o nosso cérebro se sinta junto com a Cassandra no estúdio, e que traga o quinteto de Dominic para uma apresentação ‘particular’.
CONCLUSÃO
Este é o primeiro produto da Audiopax completamente desenvolvido do zero pelo Silvio e sua equipe, sem a utilização de nenhuma ideia do saudoso e querido amigo Eduardo de Lima. E o resultado é simplesmente primoroso.
Acredito que, junto com o novo servidor streamer que está saindo do forno, venha a ser a base da nova Audiopax.
Uma empresa agora com 30 anos de existência, que demonstra ter potencial e capacidade para voos cada vez mais altos e ambiciosos.
Eu recomendo a todos os nossos leitores que desejam um phono Estado da Arte Superlativo, que escutem o Reference em seus sistemas.
Ele irá te surpreender não apenas pela sua exuberante performance, mas também pelo esmero em todos os detalhes!
Vida longa a Audiopax!
PONTOS POSITIVOS
Um pré de phono definitivo para qualquer setup analógico de alto nível.
PONTOS NEGATIVOS
Necessita de um setup à altura de sua performance, caso contrário será subutilizado.
ESPECIFICAÇÕES
| Ganho | MC: 49 a 80 dB em 30 steps HOMC/MM: 30 a 48 dB em 8 steps |
| Resistência de Entrada | MC: 21.77 a 1000 ohms em 60 steps HOMC/MM: 1200 a 91000 ohms em 19 steps |
| Capacitância de Entrada | MC: 220 pF a 363000 pF em 16 steps (totalizando 960 opções) HOMC/MM: <5 pF a 700 pF em 16 steps (totalizando 304 opções) |
| Opções de Terra | Dois terminais de terra com 12 configurações possíveis |
| Curvas de Equalização | DGG / TELDEC / CCIR / DIN 45533 LONDON / DECCA RIAA / EMI COLUMBIA LP NAB |
| Desvio RIAA | 0.1 dB |
| Filtro Subsônico | 14 Hz |
| Impedância de Saída | 150 ohms |
| Relação Sinal/Ruído | |
| (9 Vrms de saída, 20Hz a 30 kHz) | MC > 95 dB (ganho de 60 dB) HOMC/MM > 103 dB (ganho de 40 dB) |
| (2 Vrms de saída, 20Hz a 30 kHz) | MC > 80 dB (ganho de 60 dB) HOMC/MM > 92 dB (ganho de 40 dB) |
| THD | 0.005% (1 KHz @ 1Vrms de saída) |
| Saídas | RCA Stereo, RCA Mono, XLR Stereo |
| Dimensões (L x A x P) | 44 x 12 x 42 |
| Peso | 12 kg |
| PRÉ DE PHONO AUDIOPAX REFERENCE PHONO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Equilíbrio Tonal | 14,0 | |||
| Soundstage | 14,0 | |||
| Textura | 14,0 | |||
| Transientes | 14,0 | |||
| Dinâmica | 13,0 | |||
| Corpo Harmônico | 14,0 | |||
| Organicidade | 14,0 | |||
| Musicalidade | 14,0 | |||
| Total | 111,0 | |||
| VOCAL | ||||||||||
| ROCK, POP | ||||||||||
| JAZZ, BLUES | ||||||||||
| MÚSICA DE CÂMARA | ||||||||||
| SINFÔNICA |


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